TipoResoluçãoNúmero215/2015Data do ato16/12/2015Norma afetadaResolução CNJ 215/2015 (alterada pela Resolução 670/2025)FonteCNJ_APIColetado em12/04/2026 20:31Origem da data
—
A quem afeta
Todas as serventias extrajudiciais (RI, RCPN, TN, TP, RTD, RCPJ)
O que a serventia precisa fazer
Publicar mensalmente dados de receitas de emolumentos e despesas em campo transparência; permitir acesso das corregedorias
Ementa
Dispõe, no âmbito do Poder Judiciário, sobre o acesso à informação e a aplicação da Lei 12.527, de 18 de novembro de 2011.
Classificação por IA
Resolução sobre acesso à informação e transparência no Poder Judiciário com alterações recentes (Res. 670/2025) que obrigam serventias extrajudiciais a publicar campo 'transparência' com receitas de emolumentos e despesas, além de conferir acesso às corregedorias sobre valores percebidos e remuneração de tabeliães/registradores.
TEMAS
transparência em serventiasemolumentos - publicidadedivulgação de receitas e despesasremuneração de notários e registradoresacesso informacional às corregedoriasLGPD em cartórios
Motivo da relevância: A Res. 670/2025 introduz obrigação prática para serventias extrajudiciais criarem campo 'transparência' divulgando mensalmente receitas (emolumentos, parcela pública) e despesas públicas (Fundos Especiais), além de conferir acesso pleno às corregedorias e acesso seletivo a terceiros interessados com justificativa fundamentada. Impacta operação e governança financeira de cartórios.
O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA (CNJ),
no uso de suas atribuições legais e regimentais,
CONSIDERANDO
competir ao CNJ o controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário;
CONSIDERANDO
o disposto no
inciso XXXIII do art. 5º; no inciso II do § 3º do art. 37 e no § 2º do art. 216 da Constituição Federal
, bem como na
Lei 12.527, de 18 de novembro de 2011
;
CONSIDERANDO
o disposto no
art. 37, caput e § 1º, da Constituição Federal
, e nos
arts. 48 e 48-A da Lei Complementar 101, de 4 de maio de 2000
, com as alterações promovidas pela
Lei Complementar 131, de 27 de maio de 2009
;
CONSIDERANDO
que o direito fundamental de acesso à informação deve ser assegurado por procedimentos executados em conformidade com os princípios básicos da administração pública;
CONSIDERANDO
ser a publicidade um dos princípios fundamentais regentes da administração pública, compreendendo a transparência, a acessibilidade, a integralidade e a integridade das informações referentes à gestão administrativa e financeira da coisa pública;
CONSIDERANDO
o dispêndio habitual de recursos financeiros para impressão e distribuição de relatórios de atividades e outros materiais de divulgação no âmbito do Poder Judiciário; e a conveniência de substituição das mídias impressas pelas mídias eletrônicas como medida de promoção da preservação do meio ambiente;
CONSIDERANDO
a necessidade de se instituírem regras e procedimentos uniformes nos diversos ramos do Poder Judiciário;
CONSIDERANDO
a decisão plenária tomada no julgamento do Ato Normativo 0003739-88.2012.2.00.0000 na 222ª Sessão Ordinária, realizada em 1º de dezembro de 2015;
RESOLVE:
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 1º O acesso à informação previsto na
Lei 12.527/2011
, Lei de Acesso à Informação (LAI), e a transparência na divulgação das atividades dos órgãos do Poder Judiciário seguem o disposto nesta Resolução.
Art. 2º Os órgãos administrativos e judiciais do Poder Judiciário devem garantir às pessoas naturais e jurídicas o direito de acesso à informação, mediante procedimentos objetivos e ágeis, de forma transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão
.
Art. 1
o
O acesso à informação previsto na
Lei n
o
12.527/2011
, Lei de Acesso à Informação (LAI), e a transparência na divulgação das atividades dos órgãos do Poder Judiciário e serviços auxiliares seguem o disposto nesta Resolução, sem prejuízo da observância dos ditames da
Lei n
o
13.709/2018
e das medidas preconizadas pela
Resolução CNJ n
o
363/2021
.
(redação dada pela Resolução n. 389, de 29.4.2021)
Art. 2
o
Os órgãos administrativos, inclusive os serviços auxiliares, e judiciais do Poder Judiciário devem garantir às pessoas naturais e jurídicas o direito de acesso à informação, mediante procedimentos objetivos e ágeis, de forma transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão.
(redação dada pela Resolução n. 389, de 29.4.2021)
Art. 3º Os procedimentos previstos nesta Resolução devem ser executados em conformidade com os princípios básicos da administração pública e com as seguintes diretrizes:
I – observância da publicidade como preceito geral e do sigilo como exceção;
II – divulgação de informações de interesse público, independentemente de solicitações;
III – utilização de meios de comunicação viabilizados pela tecnologia da informação;
IV – fomento ao desenvolvimento da cultura da transparência na administração pública;
V – contribuição para o desenvolvimento do controle social da administração pública.
Art. 4º Para os efeitos desta Resolução, considera-se:
I – informação: dados, processados ou não, que podem ser utilizados para produção e transmissão de conhecimento, contidos em qualquer meio, suporte ou formato, incluindo peças processuais;
II – documento: unidade de registro de informações, qualquer que seja o suporte ou formato;
III – informação sigilosa: aquela submetida temporariamente à restrição de acesso público em razão de sua imprescindibilidade para a segurança da sociedade e do Estado;
IV – informação pessoal: aquela relacionada à pessoa natural identificada ou identificável;
V – tratamento da informação: conjunto de ações referentes à produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transporte, transmissão, distribuição, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação, destinação ou controle da informação;
VI – disponibilidade: qualidade da informação que pode ser conhecida e utilizada por indivíduos, equipamentos ou sistemas autorizados;
VII – autenticidade: qualidade da informação que tenha sido produzida, expedida, recebida ou modificada por determinado indivíduo, equipamento ou sistema;
VIII – integridade: qualidade da informação não modificada, inclusive quanto à origem, trânsito e destino;
IX – primariedade: qualidade da informação coletada na fonte, com o máximo de detalhamento possível, sem modificações.
CAPÍTULO II
DA TRANSPARÊNCIA ATIVA
Art. 5º A divulgação das informações de interesse geral produzidas ou custodiadas pelos órgãos do Poder Judiciário brasileiro dar-se-á, independentemente de requerimento, por meio de seus sítios eletrônicos, bem como deverá observar:
I – o caráter informativo, educativo ou de orientação social das publicações e demais comunicações realizadas por qualquer meio, sendo vedada a menção a nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridade ou servidor público;
II – a preferência pela utilização de meios eletrônicos em detrimento dos impressos, salvo quando esses, em tiragem estritamente limitada à respectiva necessidade, e com uso de insumos de baixo custo financeiro e reduzido impacto ambiental, forem destinados para:
a) informar a população sobre seus direitos e sobre o funcionamento da Justiça, em linguagem simples e acessível;
b) cumprir dever legal;
c) editar publicações de teor científico ou didático-pedagógico;
d) atender à política de gestão documental do órgão quanto ao armazenamento físico;
III – o livre acesso, a integralidade, a exatidão e a integridade das informações alusivas à gestão administrativa, financeira e orçamentária dos tribunais e conselhos.
Art. 6º Os sítios eletrônicos do Poder Judiciário deverão conter
:
Art. 6
o
Os sítios eletrônicos dos órgãos do Poder Judiciário deverão conter:
(redação dada pela Resolução n. 389, de 29.4.2021)
I – finalidades e objetivos institucionais e estratégicos, metas, indicadores e resultados alcançados pelo órgão;
II – registro das competências e da estrutura organizacional, endereços, inclusive eletrônicos, e telefones das respectivas unidades e horários de atendimento ao público;
III – dados gerais para o acompanhamento de programas, ações, projetos e obras desenvolvidos;
IV – levantamentos estatísticos sobre a sua atuação;
V – atos normativos expedidos;
VI – audiências públicas realizadas e calendário das sessões colegiadas;
VII – campo denominado “Transparência”, em que se alojem os dados concernentes à:
a) programação e execução orçamentária, inclusive informações referentes a procedimentos licitatórios, com os respectivos editais e resultados, e a todos os contratos celebrados;
b) Tabela de Lotação de Pessoal (TLP) de todas as unidades administrativas e judiciárias, com identificação nominal dos servidores, cargos efetivos, cargos em comissão e funções de confiança ocupadas, atualizada semestralmente;
c) estruturas remuneratórias;
c) estruturas remuneratórias e quadro com discriminação de todas as rubricas utilizadas na folha de pagamento, com seu código, denominação e fundamento legal; (
Redação dada pela Resolução nº 273, de 18.12.18
)
d) remuneração e proventos percebidos por todos os membros e servidores ativos, inativos, pensionistas e colaboradores do órgão, incluindo-se as indenizações e outros valores pagos a qualquer título, bem como os descontos legais, com identificação individualizada e nominal do beneficiário e da unidade na qual efetivamente presta serviços, com detalhamento individual de cada uma das verbas pagas sob as rubricas "Remuneração Paradigma", "Vantagens Pessoais", "Indenizações", "Vantagens Eventuais" e "Gratificações", conforme quadro descrito no anexo desta Resolução;
d) remuneração e proventos percebidos por todos os membros e servidores ativos, inativos, pensionistas e colaboradores do órgão, incluindo-se as indenizações e outros valores pagos a qualquer título, bem como os descontos legais, com identificação individualizada e nominal do beneficiário e da unidade na qual efetivamente presta serviços, com detalhamento individual de cada uma das verbas pagas sob as rubricas ‘Remuneração Paradigma’, ‘Vantagens Pessoais’, ‘Indenizações’, ‘Vantagens Eventuais’ e ‘Gratificações’, apresentados em dois formatos, com detalhamento da folha de pagamento de pessoal e do contracheque individual, conforme quadros descritos no anexo desta Resolução; (
Redação dada pela Resolução nº 273, de 18.12.18
)
e) relação de membros e servidores que se encontram afastados para exercício de funções em outros órgãos da Administração Pública;
f) relação de membros e servidores que participam de Conselhos e assemelhados, externamente à instituição.
VIII – respostas a perguntas mais frequentes da sociedade (FAQ);
IX – mecanismo que possibilite o acompanhamento dos respectivos procedimentos e processos administrativos instaurados e que não se enquadrem nas hipóteses de sigilo.
§ 1° Os dados constantes do campo “Transparência” deverão estar integrados a sistema informatizado de administração financeira e controle, nos termos de Resolução do CNJ.
§ 2° As informações individuais e nominais da remuneração de membro ou servidor mencionadas na alínea “d” do inciso IV serão automaticamente disponibilizadas mediante prévia identificação do interessado, a fim de se garantir a segurança e a vedação ao anonimato, nos termos do art. 5°, caput e inciso IV, da Constituição Federal, salvaguardado o sigilo dos dados pessoais do solicitante, que ficarão sob a custódia e responsabilidade da unidade competente, vedado o seu compartilhamento ou divulgação, sob as penas da lei
.
§ 2
o
As informações individuais e nominais da remuneração de membro ou servidor mencionadas na alínea “d” do inciso VII serão automaticamente disponibilizadas para divulgação ampla aos cidadãos e controle dos órgãos competentes.
(redação dada pela Resolução n. 389, de 29.4.2021)
§ 3° A identificação a que se refere o § 2° será limitada ao nome completo e ao número de um dos seguintes documentos:
I – Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
II – Registro Geral de Identidade Civil (RG);
III – Cadastro de Pessoas Físicas (CPF);
IV – Título de Eleitor.
§ 3
o
As serventias extrajudiciais deverão criar o campo “transparência”, para dele constar, mensalmente:
a) o valor obtido com emolumentos arrecadados, outras receitas, inclusive eventual remuneração percebida pelo responsável pela serventia e
b) o valor total das despesas.
(redação dada pela Resolução n. 389, de 29.4.2021)
§ 3º As serventias extrajudiciais deverão criar o campo “transparência”, para dele constar, mensalmente, as receitas públicas provenientes da cobrança de emolumentos e de outros serviços prestados (parcela pública), e despesas públicas, tais como: (
redação dada pela Resolução n. 670, de 23.12.2025
)
I – Emolumentos (parcela pública); (
incluído pela Resolução n. 670, de 23.12.2025
)
II – Fundo de Reaparelhamento da Justiça; (
incluído pela Resolução n. 670, de 23.12.2025
)
III – Fundo de Compensação; (
incluído pela Resolução n. 670, de 23.12.2025
)
IV - Outros Fundos Especiais; (
incluído pela Resolução n. 670, de 23.12.2025
)
§ 3º-A A Corregedoria Nacional de Justiça, as Corregedorias de Justiça do Estados e do Distrito Federal e os demais órgãos de controle terão o pleno acesso aos valores percebidos e despendidos com a prestação dos serviços extrajudiciais, inclusive da remuneração obtida pelo tabelião ou registrador. (
incluído pela Resolução n. 670, de 23.12.2025
)
§ 3º-B Fica assegurado ao terceiro legitimamente interessado o acesso à parcela privada dos emolumentos arrecadados e de outras receitas e despesas, por meio de requerimento administrativo fundamentado, encaminhado às respectivas corregedorias estaduais, que demonstre o seu legítimo interesse e obediência à LGPD. (
incluído pela Resolução n. 670, de 23.12.2025
)
§ 3º-C A Corregedoria Nacional de Justiça e as Corregedorias das Justiças dos Estados e do Distrito Federal poderão dispor, modificar ou expedir orientações sobre a correta classificação da rubrica em pública ou privada, para fins de divulgação no campo “transparência”. (
incluído pela Resolução n. 670, de 23.12.2025
)
§ 4° Os sítios eletrônicos do Poder Judiciário deverão ser adaptados para que, obrigatoriamente:
I – contenham ferramenta de pesquisa de conteúdo que permita o acesso à informação de forma objetiva, transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão;
II – possibilitem a gravação de relatórios em diversos formatos eletrônicos, preferencialmente abertos e não proprietários, tais como planilhas e texto, de modo a facilitar a análise das informações;
III – possibilitem o acesso automatizado por sistemas externos em formatos abertos, estruturados e legíveis por máquina;
IV – divulguem em detalhes, resguardados aqueles necessários para segurança dos sistemas informatizados, os formatos utilizados para estruturação da informação;
V – garantam a autenticidade e a integridade das informações disponíveis para acesso;
VI – mantenham constantemente atualizadas as informações disponíveis para acesso;
VII – indiquem local e instruções que permitam ao interessado comunicar-se, por via eletrônica ou telefônica, com o órgão ou entidade detentora do sítio; e
VIII – adotem as medidas necessárias para garantir acesso ao conteúdo para pessoas com deficiência, nos termos do
art. 17 da Lei 10.098, de 19 de dezembro de 2000
, do art. 9º da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada pelo
Decreto Legislativo 186, de 9 de julho de 2008
, e demais normas técnicas oficiais e legais aplicáveis.
§ 5º Os dados remuneratórios referidos neste artigo deverão ser originados exclusivamente do contracheque único, sendo vedada a divulgação de informações parciais ou fragmentadas que não correspondam ao total efetivamente pago ao magistrado ou servidor no mês de competência.
(redação dada pela Resolução n. 681, de 28.5.2026)
Art. 7º Cada órgão do Poder Judiciário disponibilizará em seu sítio eletrônico oficial, em campo de destaque, atalho para acesso à página do Serviço de Informações ao Cidadão e ao Portal da Transparência.
Parágrafo único. O CNJ poderá criar, em portal próprio, atalho para acesso às páginas dos Serviços de Informação ao Cidadão e ao Portal da Transparência constantes dos sítios eletrônicos dos demais órgãos do Poder Judiciário.
(
Revogado pela Resolução nº 273, de 18.12.18
)
Art. 7
o
Cada órgão do Poder Judiciário e de seus serviços auxiliares disponibilizará, no respectivo sítio eletrônico oficial, em campo de destaque, atalho para acesso à página do Serviço de Informações ao Cidadão e ao Portal da Transparência.
(redação dada pela Resolução n. 389, de 29.4.2021)
Art. 7º-A O CNJ consolidará, em seu Portal da Transparência, as informações referentes à alínea ‘d’ do inciso VII do art. 6
o
, relativamente a todos os órgãos do Poder Judiciário. (
Incluído pela Resolução nº 273, de 18.12.18
)
§ 1º Os órgãos do Poder Judiciário, com exceção do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, encaminharão mensalmente ao CNJ, por meio eletrônico, até o décimo dia útil do mês subsequente ao do pagamento, os dados para alimentação do portal, no formato e nas especificações definidas pela Corregedoria. (
Incluído pela Resolução nº 273, de 18.12.18
)
§ 2º As informações encaminhadas na forma do § 1º deste artigo serão utilizadas também para alimentação do banco de dados do Sistema Eletrônico de Gerenciamento de Remuneração, a ser implementado e gerido pelo CNJ com a finalidade de proceder ao acompanhamento, tratamento e análise dos dados de remuneração dos magistrados. (
Incluído pela Resolução nº 273, de 18.12.18
)
CAPÍTULO III
DA TRANSPARÊNCIA PASSIVA
Art. 8º Os órgãos do Poder Judiciário velarão pela efetiva proteção dos direitos arrolados no
art. 7º da Lei 12.527/2011
, no âmbito da respectiva administração
.
Art. 8
o
Os órgãos do Poder Judiciário e seus serviços auxiliares velarão pela efetiva proteção dos direitos arrolados no
art. 7
o
da Lei n
o
12.527/2011
e na
Lei n
o
13.709/2018
, no âmbito da respectiva administração.
(redação dada pela Resolução n. 389, de 29.4.2021)
§ 1º Quando não for autorizado acesso integral à informação por ser ela parcialmente sigilosa ou pessoal, é assegurado o acesso à parte não sigilosa, preferencialmente por meio de cópia com ocultação da parte sob sigilo, ou, não sendo possível, mediante certidão ou extrato, assegurando-se que o contexto da informação original não seja alterado em razão da parcialidade do sigilo.
§ 2º O direito de acesso aos documentos ou às informações neles contidas, utilizados como fundamento da tomada de decisão e do ato administrativo, será assegurado apenas com a edição do ato decisório respectivo, sempre que o acesso prévio puder prejudicar a tomada da decisão ou seus efeitos.
§ 3º A negativa de acesso às informações objeto de pedido, quando não fundamentada, sujeitará o responsável a medidas disciplinares previstas em Lei.
§ 4º Informado do extravio da informação solicitada, poderá o interessado requerer à autoridade competente a imediata abertura de sindicância para apurar o desaparecimento da respectiva documentação.
§ 5º Constatados impedimentos fortuitos ao acesso à informação, como o extravio ou outra violação à sua disponibilidade, autenticidade e integridade, o responsável pela conservação de seus atributos deverá, no prazo de 10 (dez) dias, justificar o fato, indicar os meios que comprovem suas alegações e comunicar a ocorrência ao requerente.
Art. 9º O disposto nesta Resolução não exclui as hipóteses legais de sigilo e de segredo de justiça, inclusive quanto aos procedimentos investigatórios cíveis e criminais, aos inquéritos policiais e aos processos judiciais e administrativos, nos termos das normas legais e regulamentares específicas, assim como o disposto na Súmula Vinculante 14 do Supremo Tribunal Federal.
§ 1º A decretação do sigilo deve se dar mediante justificativa escrita e fundamentada nos autos.
§ 2º O sigilo de que trata o caput deste artigo não abrange:
I – a informação relativa à existência do procedimento judicial ou administrativo, bem como sua numeração;
II – o nome das partes, ressalvadas as vedações expressas em lei e o disposto no
art. 4º, § 1º, da Resolução do CNJ 121/2010
, com redação dada pela
Resolução do CNJ 143/2011
;
III – o inteiro teor da decisão que extingue o processo judicial, com ou sem resolução de mérito, bem como o processo administrativo.
§ 3º Os dados relativos à existência e numeração do procedimento, bem como ao nome das partes poderão ser momentaneamente preservados se a sua revelação puder comprometer a eficácia das diligências instrutórias requeridas.
CAPÍTULO IV
DO PROCEDIMENTO DE ACESSO À INFORMAÇÃO
Art. 10. Cada Tribunal ou Conselho deverá regulamentar em sua estrutura administrativa a unidade responsável pelo Serviço de Informações ao Cidadão (SIC), acessível por canais eletrônicos e presenciais, em local e condições apropriadas para:
I – atender e orientar o público quanto ao acesso a informações;
II – informar sobre a tramitação de documentos nas suas respectivas unidades;
III – protocolizar documentos e requerimentos de acesso a informações, e, sempre que possível, o seu fornecimento imediato; e
IV – encaminhar o pedido recebido e registrado à unidade responsável pelo fornecimento da informação, quando couber.
Parágrafo único. O SIC poderá ser operacionalizado pela Ouvidoria ou outra unidade já existente na estrutura organizacional.
Art. 11. O Tribunal ou Conselho deverá, nos locais em que ofereça atendimento ao público, disponibilizar formulário para a apresentação de pedido de informação que também serão disponibilizados em seu sítio eletrônico oficial, a serem respondidos preferencialmente em formato eletrônico.
§ 1º É facultado ao interessado apresentar pedido de informação por correspondência ou optar pelo recebimento da resposta em meio físico, seja por correspondência ou retirada no local, situações em que poderá ser cobrado exclusivamente o valor necessário ao ressarcimento dos custos dos serviços e dos meios materiais utilizados.
§ 2º Os formulários conterão campo para a identificação do solicitante, com nome completo, número de identidade e do CPF e endereço físico ou eletrônico, se pessoa física, ou razão social, dados cadastrais e endereço físico ou eletrônico, se pessoa jurídica, além de especificação da informação requerida.
§ 3º Poderá o solicitante optar pelo tratamento sigiloso dos seus dados pessoais, hipótese em que tais dados ficarão sob a guarda e responsabilidade da unidade que recebeu o pedido.
§ 4º O campo para a formulação do pedido poderá trazer a recomendação de que a solicitação seja enunciada de forma clara e objetiva, sendo vedadas exigências relativas aos motivos determinantes do pedido.
Art. 12. Não serão atendidos pedidos de acesso à informação:
I – insuficientemente claros ou sem delimitação temporal;
II – desproporcionais ou desarrazoados;
III – que exijam trabalhos adicionais de análise, interpretação ou consolidação de dados e informações, serviço de produção ou tratamento de dados que não seja de competência do órgão ou entidade;
IV – que contemplem períodos cuja informação haja sido descartada, nos termos previstos em Tabela de Temporalidade;
V – referentes a informações protegidas, tais como sigilo fiscal, bancário, telefônico, de dados, de operações, de correspondência, fichas financeiras, laudos médicos, prontuários e demais informações sobre histórico médico, terapias, exames, cirurgias e quaisquer outras formas de tratamento, avaliação de desempenho e de estágio probatório de servidor e procedimentos disciplinares em andamento gravados com sigilo;
VI – atinentes a informações classificadas como ultrassecretas, secretas ou reservadas, na forma desta Resolução;
VII – relativos a processos que tramitam em segredo de justiça, só acessíveis às partes e seus advogados;
VIII – sobre informações pessoais, assim consideradas as que dizem respeito à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem das pessoas, bem como às liberdades e às garantias individuais, nos termos dos
artigos 6º e 31 da Lei 12.527, de 2011
;
IX – relativos a informações que possam colocar em risco a segurança da instituição ou de seus membros, servidores e familiares.
Parágrafo único. Na hipótese do inciso III, o órgão deverá, caso tenha conhecimento, indicar o local onde se encontram as informações a partir das quais o requerente poderá realizar a interpretação, consolidação ou tratamento dos dados.
Art. 13. Recepcionado o pedido, em meio físico ou eletrônico, caberá ao SIC:
I – verificar se o pedido atende aos requisitos da
Lei 12.527/2011
, fornecendo ao requerente todas as orientações necessárias à sua correta formulação;
II – responder de imediato ao requerente quando a informação solicitada se encontrar disponível;
III – comunicar ao requerente que o órgão não possui a informação e indicar, se for do seu conhecimento, o órgão ou a entidade que a detém;
IV – indicar as razões de fato ou de direito da recusa do acesso, total ou parcial, disponibilizando ao requerente o inteiro teor da decisão, por certidão ou cópia, bem como cientificando-o da possibilidade de recurso, dos prazos e condições para a sua interposição, com indicação da autoridade competente para a sua apreciação.
§ 1° Não sendo possível o atendimento imediato do pedido, o SIC deverá encaminhar a solicitação à unidade que produz ou custodia a informação no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, bem como responder ao requerente, em prazo não superior a 20 (vinte) dias, contado do recebimento da solicitação.
§ 2° O prazo para resposta previsto no § 1° poderá ser prorrogado por mais 10 (dez) dias, mediante justificativa expressa da qual será cientificado o requerente antes do término do prazo inicial.
Art. 14. A unidade responsável pela produção ou custódia da informação deverá:
I – verificar se possui a informação requerida, comunicando em 48 (quarenta e oito) horas ao SIC se não a possuir;
II – encaminhar a informação requerida ao SIC, caso possa ser divulgada, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, a contar do recebimento do pedido;
III – comunicar ao SIC, antes do término do prazo assinalado no inciso II, a necessidade de prorrogação do prazo para resposta, acompanhada da devida justificativa; ou
IV – comunicar ao SIC, no prazo previsto no inciso II e mediante justificativa, a impossibilidade de divulgação da informação requerida.
§ 1º O SIC dará conhecimento da informação ao requerente ou comunicará data, local e modo para realização da consulta ou reprodução.
§ 2º A negativa de acesso à informação ou o não encaminhamento ao SIC, pelo responsável por sua guarda e manutenção, no prazo previsto no inciso II, quando não fundamentada, sujeitarão o responsável a medidas disciplinares, nos termos do
art. 32 da Lei 12.527/2011
.
Art. 15. O Tribunal ou Conselho oferecerá meios para que o próprio requerente pesquise a informação de que necessitar, exceto a de caráter eminentemente pessoal, assegurada a segurança e a proteção das informações e o cumprimento da legislação vigente.
§ 1º Caso a informação solicitada esteja disponível ao público em formato impresso, eletrônico ou em qualquer outro meio de acesso universal, serão informados ao requerente, por escrito, o lugar e a forma pela qual se poderá consultar, obter ou reproduzir a referida informação, ficando o Tribunal ou Conselho desonerado da obrigação de seu fornecimento direto, salvo se o requerente declarar não dispor de meios para realizar por si mesmo tais procedimentos.
§ 2º Havendo dúvida quanto à classificação do documento, o pedido poderá ser encaminhado à análise da autoridade que esteja incumbida da classificação das informações, a qual deverá se manifestar em 10 (dez) dias.
Art. 16. O serviço de busca e fornecimento de informação é gratuito, salvo nas hipóteses do § 1º do artigo 11.
Parágrafo único. Está isento de ressarcir os custos previstos no caput todo aquele cuja situação econômica não lhe permita fazê-lo sem prejuízo do sustento próprio ou da família, declarada nos termos da
Lei 7.115, de 29 de agosto de 1983
.
Art. 17. Quando se tratar de acesso à informação contida em documento cuja manipulação possa prejudicar sua integridade, deverá ser oferecida a consulta de cópia, com certificação de que esta confere com o original.
Parágrafo único. Na impossibilidade de obtenção de cópias, o interessado poderá solicitar que, a suas expensas e sob supervisão de servidor público, a reprodução seja feita por outro meio que não ponha em risco a conservação do documento original.
CAPÍTULO V
DOS RECURSOS
Art. 18. No caso de indeferimento, total ou parcial, de acesso a informações, ou de não fornecimento das razões da negativa do acesso, poderá o requerente interpor recurso no prazo de 10 (dez) dias, contado da ciência da decisão, à autoridade hierarquicamente superior.
§ 1º O SIC encaminhará o recurso, de imediato, à autoridade responsável por seu julgamento.
§ 2º A autoridade a que se refere o § 1º deverá encaminhar ao SIC, no prazo de 5 (cinco) dias, contados do recebimento do recurso:
I – a informação solicitada pelo requerente, na hipótese de provimento do recurso; ou
II – a decisão motivada, na hipótese de desprovimento do recurso.
§ 3º Caso a apreciação do recurso de que trata o caput tenha por objeto classificação, reclassificação e desclassificação das informações, a autoridade, ao conhecer do recurso, procederá à reavaliação da classificação, nos termos do art. 29.
§ 4º Da decisão prevista no inciso II do § 2° caberá recurso, no prazo de 10 (dez) dias a contar de sua ciência, ao Presidente do Órgão.
Art. 19. Os órgãos do Poder Judiciário deverão informar mensalmente à Ouvidoria do CNJ todas as decisões que, em grau de recurso, negarem acesso a informações.
CAPÍTULO VI
DAS RESPONSABILIDADES
Art. 20. O uso indevido das informações obtidas nos termos desta Resolução sujeitará o responsável às consequências previstas em lei.
Art. 21. As responsabilidades dos membros e servidores do Poder Judiciário pelas infrações descritas no
Capítulo V da Lei de Acesso à Informação
serão devidamente apuradas de acordo com os procedimentos administrativos regulamentados pelas leis aplicáveis
.
Art. 21. As responsabilidades dos membros e servidores do Poder Judiciário e serviços auxiliares pelas infrações descritas no
Capítulo V da Lei de Acesso à Informação
e na
Lei n
o
13.709/2018
serão devidamente apuradas de acordo com os procedimentos administrativos regulamentados pelas leis aplicáveis.
(redação dada pela Resolução n. 389, de 29.4.2021)
CAPÍTULO VII
DA PUBLICIDADE DAS SESSÕES DE JULGAMENTO
Art. 22. As sessões dos órgãos colegiados do Poder Judiciário são públicas, devendo ser, sempre que possível, transmitidas ao vivo pela internet, observada a regulamentação de cada órgão ou tribunal, bem como a disponibilidade orçamentária.
§ 1º Por decisão fundamentada, determinados atos instrutórios do processo administrativo disciplinar poderão ser realizados na presença, tão somente, das partes e de seus advogados, ou apenas destes, desde que a preservação do direito à intimidade não prejudique o interesse público da informação.
§ 2º As sessões de que trata o caput serão registradas em áudio, e o conteúdo será disponibilizado no respectivo sítio eletrônico oficial no prazo de 5 (cinco) dias, e em ata, a ser disponibilizada no sítio eletrônico oficial no prazo de 2 (dois) dias, contados da data de sua aprovação.
§ 3º Será garantido ao interessado o acesso à íntegra das discussões e decisões, de acordo com os meios técnicos disponíveis.
Art. 23. A pauta das sessões judicial e administrativa dos órgãos referidos no art. 22 será divulgada na forma estabelecida em lei ou regulamento, franqueando-se a todos o acesso e a presença no local da reunião.
Parágrafo único. Somente em caso de comprovada urgência e mediante aprovação da maioria dos integrantes do colegiado poderão ser objeto de deliberação matérias que não se encontrem indicadas na pauta da sessão, divulgada nos termos do caput.
CAPÍTULO VIII
DAS DIRETRIZES PARA CLASSIFICAÇÃO, DESCLASSIFICAÇÃO E REAVALIAÇÃO DA INFORMAÇÃO
SEÇÃO I
DA CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO
Art. 24. São consideradas imprescindíveis à segurança da sociedade ou do Estado e, portanto, passíveis de classificação as informações cuja divulgação ou acesso irrestrito possam:
I – pôr em risco a defesa e a soberania nacionais ou a integridade do território nacional;
II – prejudicar ou pôr em risco a condução de negociações ou as relações internacionais do País, ou as que tenham sido fornecidas em caráter sigiloso por outros Estados e organismos internacionais;
III – pôr em risco a vida, a segurança ou a saúde da população;
IV - oferecer elevado risco à estabilidade financeira, econômica ou monetária do País;
V – prejudicar ou causar risco a planos ou operações estratégicos das Forças Armadas;
VI – prejudicar ou causar risco a projetos de pesquisa e desenvolvimento científico ou tecnológico, assim como a sistemas, bens, instalações ou áreas de interesse estratégico nacional;
VII – pôr em risco a segurança de instituições ou de altas autoridades nacionais ou estrangeiras e seus familiares; ou
VIII – comprometer atividades de inteligência, bem como de investigação ou fiscalização em andamento, relacionadas com a prevenção ou repressão de infrações.
Art. 25. A informação em poder de qualquer órgão do Poder Judiciário, referida no artigo anterior, poderá ser classificada como ultrassecreta, secreta ou reservada.
§ 1º Os prazos máximos de restrição de acesso à informação vigoram a partir da data de sua produção e são os seguintes:
I – ultrassecreta: 25 (vinte e cinco) anos;
II – secreta: 15 (quinze anos); e
III – reservada: 5 (cinco) anos.
§ 2º Alternativamente aos prazos previstos no § 1º, poderá ser estabelecida, como termo final de restrição de acesso, a ocorrência de determinado evento, desde que este ocorra antes do transcurso do prazo máximo de classificação.
§ 3º Transcorrido o prazo de classificação ou consumado o evento que defina o seu termo final, a informação tornar-se-á, automaticamente, de acesso público.
§ 4º Para a classificação da informação em determinado grau de sigilo deverá ser observado o seu interesse público e utilizado o critério menos restritivo possível, considerados:
I – a gravidade do risco ou dano à segurança da sociedade e do Estado; e
II – o prazo máximo de restrição de acesso ou o evento que defina seu termo final.
§ 5º É permitida a restrição de acesso, independentemente de ato de classificação, nos casos:
I – de legislação específica;
II – de documentos preparatórios, considerados aqueles utilizados como fundamento da tomada de decisão ou de ato administrativo, a exemplo de pareceres e notas técnicas; e
III – de informações pessoais.
§ 6º As informações que puderem colocar em risco a segurança do Presidente, do Vice-Presidente e do Corregedor do Tribunal ou Conselho e respectivos cônjuges e filhos(as) serão classificadas como reservadas e ficarão sob sigilo até o término do mandato.
Art. 26. A classificação do sigilo de informações no âmbito do Tribunal ou Conselho é de competência:
I – no grau ultrassecreto: do seu Presidente;
II – no grau secreto: da autoridade mencionada no inciso I, dos membros do tribunal pleno ou órgão especial, quando houver, e dos Conselheiros; e
III – no grau reservado: das autoridades mencionadas nos incisos I e II, do Secretário-Geral da Presidência e do Diretor-Geral da Secretaria.
SEÇÃO II
DOS PROCEDIMENTOS PARA CLASSIFICAÇÃO DE INFORMAÇÃO
Art. 27. A decisão que classificar a informação em qualquer grau de sigilo deverá ser formalizada no Termo de Classificação de Informação (TCI), e conterá os seguintes dados:
I – número de identificação do documento;
II – grau de sigilo;
III – categoria na qual se enquadra a informação;
IV – tipo de documento;
V – data da produção do documento;
VI – indicação de dispositivo legal que fundamenta a classificação;
VII – razões da classificação, observados os critérios menos restritivos;
VIII – indicação do prazo de sigilo, contado em anos, meses ou dias, ou do evento que defina o seu termo final, observados os limites previstos nesta Resolução;
IX – data da classificação; e
X – identificação da autoridade que classificou a informação.
§ 1º O TCI deverá seguir anexo ao documento classificado como sigiloso.
§ 2º As informações previstas no inciso VII do caput deverão ser mantidas no mesmo grau de sigilo que a informação classificada.
Art. 28. Na hipótese de documento que contenha informações classificadas em diferentes graus de sigilo, será atribuído ao documento tratamento do grau de sigilo mais elevado.
SEÇÃO III
DA DESCLASSIFICAÇÃO E REAVALIAÇÃO DE INFORMAÇÃO SIGILOSA
Art. 29. A classificação das informações será reavaliada, no prazo de 30 (trinta) dias, pela autoridade classificadora ou por autoridade hierarquicamente superior, mediante provocação ou de ofício, para desclassificação ou redução do prazo de sigilo.
Art. 30. Na hipótese de indeferimento do pedido de desclassificação de informação sigilosa, caberá recurso à autoridade máxima do órgão, no prazo de 10 (dez) dias, contado da ciência da negativa.
§ 1º Na hipótese do caput, a autoridade mencionada poderá:
I – desclassificar a informação ou reduzir o prazo de sigilo, caso em que dará ciência à autoridade classificadora e encaminhará a decisão ao SIC para comunicação ao recorrente; ou
II – manifestar-se pelo desprovimento do recurso, com despacho motivado, hipótese em que o recorrente será informado da possibilidade de recorrer, no prazo de 10 (dez) dias contado da ciência da negativa, ao Conselho Nacional de Justiça.
§ 2º Nas hipóteses em que a autoridade classificadora for o Presidente do Tribunal ou Conselho, o recurso de que trata o caput será encaminhado pelo SIC diretamente ao Plenário.
Art. 31. A decisão da desclassificação, reclassificação ou redução do prazo de sigilo de informações classificadas deverá constar das capas dos processos administrativos, se houver, e de campo apropriado no TCI.
CAPÍTULO IX
DAS INFORMAÇÕES PESSOAIS
Art. 32. As informações pessoais relativas à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem detidas pelo Poder Judiciário:
I – terão acesso restrito a agentes públicos legalmente autorizados e à pessoa a que se referirem, independentemente de classificação de sigilo, pelo prazo máximo de 100 (cem) anos a contar da data de sua produção; e
II – poderão ter sua divulgação ou acesso por terceiros autorizados por previsão legal ou consentimento expresso da pessoa a que se referem ou do seu representante legal.
Parágrafo único. Caso o titular das informações pessoais esteja morto ou ausente, os direitos de que trata este artigo assistem ao cônjuge ou companheiro, aos descendentes ou ascendentes, conforme o disposto no
parágrafo único do art. 20 da Lei 10.406, de 10 de janeiro de 2002
, e na
Lei 9.278, de 10 de maio de 1996
.
Art. 33. O tratamento das informações pessoais deve ser realizado de forma transparente e com respeito à intimidade, vida privada, honra e imagem das pessoas, bem como às liberdades e garantias individuais.
Art. 34. O consentimento referido no art. 30, inciso II, não será exigido quando o acesso à informação pessoal for necessário
:
Art. 34. O consentimento referido no art. 32, inciso II, não será exigido quando o acesso à informação pessoal for necessário:
(redação dada pela Consulta n. 0005282-19.2018.2.00.0000)
I – à realização de estatísticas e pesquisas científicas de evidente interesse público ou geral, vedada a identificação da pessoa a que a informação se referir;
II – ao cumprimento de decisão judicial;
III – à defesa de direitos humanos;
IV – à proteção do interesse público geral preponderante.
Art. 35. A restrição de acesso a informações pessoais não poderá ser invocada:
I – com o intuito de prejudicar processo de apuração de irregularidades, conduzido por órgão competente, em que o titular das informações for parte ou interessado; ou
II – quando as informações pessoais não classificadas estiverem contidas em conjuntos de documentos necessários à recuperação de fatos históricos de maior relevância.
Art. 36. O Presidente do Tribunal ou Conselho poderá, de ofício ou mediante provocação, reconhecer a incidência da hipótese do inciso II do art. 33, de forma fundamentada, sobre documentos que tenha produzido ou acumulado e que estejam sob a guarda do Tribunal ou Conselho.
Art. 36. O Presidente do Tribunal ou Conselho poderá, de ofício ou mediante provocação, reconhecer a incidência da hipótese do inciso II do art. 35, de forma fundamentada, sobre documentos que tenha produzido ou acumulado e que estejam sob a guarda do Tribunal ou Conselho.
(redação dada pela Consulta n. 0005282-19.2018.2.00.0000)
§ 1º A decisão de reconhecimento será precedida de publicação de extrato da informação, com descrição resumida do assunto, origem e período do conjunto de documentos a serem considerados de acesso irrestrito, com antecedência de, no mínimo, 30 (trinta) dias.
§ 2º Após a decisão de reconhecimento de que trata o § 1º, os documentos serão considerados de acesso irrestrito ao público.
Art. 37. O pedido de acesso a informações pessoais estará condicionado à comprovação da identidade do requerente.
Art. 38. O acesso à informação pessoal por terceiros será condicionado à assinatura de um termo de responsabilidade e o pedido deverá ainda estar acompanhado de:
I – comprovação do consentimento expresso de que trata o art. 32, inciso II, por meio de procuração;
II – comprovação das hipóteses previstas no art. 34;
III – demonstração do interesse pela recuperação de fatos históricos de maior relevância, observados os procedimentos previstos no art. 36; ou
IV – demonstração da necessidade de acesso à informação requerida para a defesa dos direitos humanos ou para a proteção do interesse público e geral preponderante.
§ 1º A utilização de informação pessoal por terceiros vincula-se à finalidade e à destinação que fundamentaram a autorização do acesso, vedada sua utilização de maneira diversa.
§ 2º Aquele que obtiver acesso às informações pessoais de terceiros será responsabilizado por seu uso indevido, na forma da lei.
Art. 39. Aplica-se, no que couber, a
Lei 9.507, de 12 de novembro de 1997
, em relação à informação de pessoa, física ou jurídica, constante de registro ou banco de dados de órgãos ou entidades governamentais ou de caráter público.
CAPÍTULO X
DO ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO
Art. 40. Cabe ao Presidente de cada Tribunal ou Conselho:
I – assegurar o cumprimento das normas relativas ao acesso à informação, de forma eficiente e adequada aos objetivos da LAI;
II – monitorar a implementação da LAI e apresentar relatórios periódicos sobre o seu cumprimento;
III – recomendar as medidas indispensáveis à implementação e ao aperfeiçoamento das normas e procedimentos necessários ao correto cumprimento do disposto na LAI; e
IV – orientar os órgãos do Poder Judiciário no que se refere ao cumprimento do disposto na LAI e seus regulamentos.
Parágrafo único. Para o cumprimento das atribuições descritas neste artigo, o CNJ poderá instituir Grupo Permanente de Acompanhamento da Lei de Acesso à Informação (GPA-LAI), que terá atribuições para discutir e articular ações que viabilizem o controle, o acompanhamento, a fiscalização e a implementação do Portal da Transparência, em observância às determinações pertinentes.
§ 1º Para o cumprimento das atribuições descritas neste artigo, o CNJ poderá instituir Grupo Permanente de Acompanhamento da Lei de Acesso à Informação (GPA-LAI), que terá atribuições para discutir e articular ações que viabilizem o controle, o acompanhamento, a fiscalização e a implementação do Portal da Transparência, em observância às determinações pertinentes. (
Renumerado pela Resolução n. 260, de 11.9.18
)
§ 2º Para atendimento ao disposto no parágrafo anterior, será utilizada a tabela constante do Anexo II, que especifica as informações a serem veiculadas na página do tribunal ou conselho na internet e a pontuação de cada um dos itens relacionados na tabela. (
Incluído pela Resolução n. 260, de 11.9.18
)
§ 3º Ato do Presidente do CNJ estabelecerá as unidades orgânicas do CNJ responsáveis por: (
Incluído pela Resolução n. 260, de 11.9.18
)
I - conferir as informações veiculadas na internet pelo tribunal ou conselho, observada a tabela constante do Anexo II, submetendo o resultado à Comissão Permanente de Eficiência Operacional e Gestão de Pessoas; (
Incluído pela Resolução n. 260, de 11.9.18
)
II - propor à Comissão Permanente de Eficiência Operacional e Gestão de Pessoas, até o final de cada quadrimestre, a atualização das informações relacionadas no Anexo II ou a inclusão de novos itens sempre que houver legislação que determine novas publicações. (
Incluído pela Resolução n. 260, de 11.9.18
)
Art. 41. Deverão ser publicados, anualmente, no Portal da Transparência:
I – rol das informações que tenham sido desclassificadas nos últimos 12 (doze) meses;
II – rol de documentos classificados em cada grau de sigilo, com identificação para referência futura;
III – relatório estatístico contendo a quantidade de pedidos de informação recebidos, atendidos e indeferidos, bem como as informações genéricas sobre os solicitantes; e
IV – descrição das ações desenvolvidas para a concretização do direito constitucional de acesso à informação.
Parágrafo único. Os relatórios a que se refere este artigo deverão ser disponibilizados para consulta pública nas sedes das instituições e encaminhados ao CNJ, que manterá extrato com a lista de informações classificadas, acompanhadas da data, do grau de sigilo e dos fundamentos da classificação.
CAPÍTULO XI
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 42. Caberá a cada Tribunal ou Conselho encaminhar ao CNJ os atos normativos eventualmente editados com vistas a regulamentar a LAI.
Art.42. Caberá a cada Tribunal ou Conselho encaminhar ao CNJ os atos normativos eventualmente editados com vistas a regulamentar a LAI, bem como, por meio eletrônico, fornecer subsídios que demonstrem o cumprimento do inciso I, do §3º, do art. 40. (
Redação dada pela Resolução n. 265, de 09.10.18
)
Art.42-A. Institui o ranking da transparência do Poder Judiciário que será coordenado pela Comissão Permanente de Eficiência Operacional e Gestão de Pessoas. (
Incluído pela Resolução n. 260, de 11.9.18
)
§ 1º O posicionamento do tribunal ou conselho no ranking instituído pelo caput deste artigo será feito a partir da pontuação obtida com a avaliação dos itens relacionados na tabela constante do Anexo II. (
Incluído pela Resolução n. 260, de 11.9.18
)
§ 2º A primeira divulgação do ranking ocorrerá em até 60 dias, a partir da publicação desta Resolução. (
Incluído pela Resolução n. 260, de 11.9.18
)
(
Revogado pela Resolução n. 265, de 09.10.18
)
§ 3º O tribunal ou conselho deverá informar, via e-mail, às unidades orgânicas a que se refere o § 3º do art. 40 da Resolução CNJ n. 215/2015, as implementações/veiculações feitas na página do tribunal ou conselho, na internet, promovidas após a divulgação do ranking previsto nos §§ 1º e 2º deste artigo. (
Incluído pela Resolução n. 260, de 11.9.18
)
(
Revogado pela Resolução n. 265, de 09.10.18
)
§ 4º O ranking será atualizado semestralmente, tendo como fundamento as informações apresentadas na forma indicada no parágrafo anterior. (
Incluído pela Resolução n. 260, de 11.9.18
)
§ 4º O ranking da transparência será atualizado anualmente. (
Redação dada pela Resolução n. 265, de 09.10.18
)
Art. 42-B. A coleta dos dados veiculados pelo tribunal ou conselho em sua página na internet para elaboração do ranking da transparência do Poder Judiciário será coordenada pelo Departamento de Gestão Estratégica (DGE) do CNJ, sob a supervisão do Conselheiro-Ouvidor do CNJ. (
Incluído pela Resolução n. 260, de 11.9.18
)
Art. 42-C. A manutenção de dados atualizados no Portal da Transparência na página da internet do tribunal ou conselho servirá de parâmetro para concessão do selo Justiça em Números, instituído pela Portaria CNJ n. 56 de 27 de maio de 2016. (
Incluído pela Resolução n. 260, de 11.9.18
)
(
Revogado pela Resolução n. 265, de 09.10.18
)
Art. 43. Ficam revogados a
Resolução CNJ 79, de 9 de junho de 2009
, o anexo único da
Resolução CNJ 151, de 5 de julho de 2012
e as demais disposições em contrário.
Art. 43. Ficam revogados a
Resolução CNJ n. 79, de 9 de junho de 2009
e o anexo único da
Resolução CNJ n. 151, de 5 de julho de 2012
. (
Redação dada pela Resolução n. 260, de 11.9.18
)
Art. 44. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Ministro
Ricardo Lewandowski
ANEXO I DA RESOLUÇÃO, 215 DE DEZEMBRO DE 2015
(
Renomeado pela Resolução nº 260, de 11.9.18
)
Detalhamento da folha de pagamento de pessoal
Mês/Ano:
Nome
Lotação
Cargo
Rendimentos
Descontos
Rendimento Líquido 12
Numeração do
Órgão de Origem 13
Diárias 14
Remuneração
Paradigma
[i]
Vantagens
Pessoais
[ii]
Subsídio, Diferença de Subsídio, Função de Confiança ou Cargo em Comissão
Indenizações [iii]
Vantagens Eventuais [iv]
Gratificações [v]
Total de Créditos [vi]
Previdência Pública [vii]
Imposto de Renda
[viii]
Descontos diversos
[ix]
Retenção por Teto Constitucional
[x]
Total de Débitos 11
***
TOTAL
GERAL:
[i] Remuneração do cargo efetivo - Vencimento, G.A.J., V.P.I, Adicionais de Qualificação, G.A.E e G.A.S, além de outras desta natureza.
[ii] V.P.N.I., Adicional por tempo de serviço, quintos, décimos e vantagens decorrentes de sentença judicial ou extensão administrativa, abono de permanência.
[iii] Auxílio-alimentação, Auxílio-transporte, Auxílio Pré-escolar, Auxílio Saúde, Auxílio Natalidade, Auxílio Moradia, Ajuda de Custo, além de outras desta natureza.
[iv] Abono constitucional de 1/3 de férias, indenização de férias, antecipação de férias, serviço extraordinário, substituição, pagamentos retroativos, além de outras desta natureza.
[v] Gratificações de qualquer natureza.
[vi] Total dos rendimentos pagos no mês.
[vii] Contribuição Previdenciária Oficial (Plano de Seguridade Social do Servidor Público e Regime Geral de Previdência Social).
[viii] Imposto de Renda Retido na Fonte.
[ix] Cotas de participação de auxílio pré-escolar, auxílio transporte e demais descontos extraordinários de caráter não pessoal.
[x] Valores retidos por excederem ao teto remuneratório constitucional conforme Resoluções nº 13 e 14, do CNJ.
11 Total dos descontos efetuados no mês.
12 Rendimento líquido após os descontos referidos nos itens anteriores.
13 Remuneração percebida no órgão de origem por magistrados e servidores, cedidos ou requisitados, optantes por aquela remuneração.
14 Valor de diárias efetivamente pago no mês de referência, ainda que o período de afastamento se estenda para além deste
.
ANEXO II DA
RESOLUÇÃO N. 215 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2015
Tabela de Avaliação e Pontuação das Informações veiculadas na internet
(
Alterado pela Portaria nº 67, de 7 de abril de 2020
)
Item Avaliado no Site
Fundamento
Ponto
Unidade
GESTÃO
--
--
--
O órgão publica:
--
--
--
1 – Objetivos estratégicos, metas e indicadores?
Art. 6
o
, I, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
DGE
2 – Os resultados alcançados pelo órgão?
3
3 – O registro das competências e responsabilidades do órgão?
3
4 – Estrutura organizacional, demonstrada de forma textual ou gráfica, que apresente claramente a relação hierárquica entre as unidades?
Art. 6
o
, II, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
2
DGE
5 – Os atos normativos expedidos pelo órgão?
Art. 6
o
, V, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
DGE
6 – Os dados gerais para o acompanhamento de programas, ações e projetos?
Boas práticas
3
SEP
7 – Os levantamentos estatísticos sobre a atuação do órgão, conforme glossários e indicadores da Resolução CNJ n
o
76/2009?
Art. 6
o
, IV, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
DPJ
8 – O
site
dispõe de mecanismo que possibilite o acompanhamento dos respectivos procedimentos e processos administrativos instaurados que não se enquadrem nas hipóteses de sigilo?
Art. 6
o
, IX, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
COGD
AUDIÊNCIAS E SESSÕES
--
--
--
O órgão publica:
--
--
--
9 – As audiências públicas, consultas públicas ou outras formas de participação popular?
Art. 9
o
, II, da Lei n
o
9.527/2011.
2
SCS
10 – O calendário das sessões colegiadas?
Art. 6
o
, VI, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
SG
11 – A pauta de julgamentos?
Art. 7
o
, V, da Lei n
o
12.527/2011.
3
SG
12 – O
site
possibilita a transmissão ao vivo, pela internet, das sessões dos órgãos colegiados do tribunal ou conselho?
Art. 22 da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
SCS
13 – O vídeo da sessão dos órgãos colegiados é disponibilizado para acesso?
Art. 22, § 2
o
, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
2
SCS
14 – A ata das sessões dos órgãos colegiados?
Art. 22, § 2
o
, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
SG
15 – A presença em Plenário?
Art. 8
o
da Lei n
o
12.527/2011.
2
SG/SEP
16 – A pauta das reuniões de comissões e respectivos resultados e atas?
Art. 7
o
, V, da Lei n
o
12.527/2011.
3
SEP
SERVIÇO DE INFORMAÇÕES AO CIDADÃO – SIC
--
--
--
O órgão publica:
--
--
--
17 – Telefone das respectivas unidades?
Art. 6
o
, II, da Resolução CNJ nº 215/2015.
1
SCS
18 – Horários de atendimento ao público?
Art. 6
o
, II, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
1
SCS
19 – O campo denominado ‘Serviço de Informações ao Cidadão’ na página inicial?”
Art. 7
o
da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
OUV
20 – Existe indicação precisa no site de funcionamento de um Serviço de Informações ao Cidadão (SIC) a que o cidadão possa entregar pessoalmente o pedido de acesso a informações?
Art. 10 da Resolução CNJ n
o
215/2015.
2
OUV
21 – Há indicação do órgão ou unidade orgânica responsável pelo SIC?
Art. 10 da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
OUV
22 – Há indicação de telefone(s) de atendimento do SIC?
Boas Práticas.
2
OUV
23 – Há indicação dos horários de funcionamento do SIC?
Boas Práticas.
2
OUV
24 – Existe indicação precisa no
site
de funcionamento de um Serviço de Informações ao Cidadão (SIC) no qual o cidadão possa enviar pedidos de informação de
forma
eletrônica
(e-SIC)?
Art.10 da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
OUV
25 – O
site
indica a possibilidade de acompanhamento posterior do pedido de acesso à informação?
Art. 9
o
, I, alínea "b", e art. 10, § 2
o
, da Lei n
o
12.527/2011.
2
OUV
26 – O site disponibiliza serviço que permita o registro de denúncias e reclamações?
Boas Práticas.
3
OUV
27 – O site disponibiliza serviço que permita o acompanhamento de denúncias e reclamações?
Boas Práticas.
2
OUV
28 – O site disponibiliza avaliação do serviço de registro de denúncias e reclamações?
Boas Práticas.
2
OUV
29 – As Respostas a Perguntas mais frequentes da sociedade (FAQ)?
Art. 6
o
, VIII, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
1
OUV
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
--
--
--
O órgão publica:
--
--
--
30 – O Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação (PETIC) e/ou o Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação (PDTIC)?
Resolução CNJ n
o
211/2015.
Boas práticas.
3
DTI
31 – O Plano Orçamentário de TIC?
Resolução CNJ n
o
211/2015.
Boas práticas.
3
DTI
32 – O portal (sítio) institucional do órgão contém área para pesquisa de conteúdo que permita o acesso a informação de interesse coletivo ou geral?
Art. 6
o
, § 4
o
, I, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
DTI
33 – O portal institucional possibilita a extração de relatórios em diversos formatos eletrônicos, preferencialmente abertos, e não proprietários, tais como planilhas e texto (
CSV
,
RTF
), de modo a facilitar a análise das informações?
Art. 6
o
, § 4
o
, II, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
2
DTI
34 – O portal (sítio) institucional possibilita o acesso automatizado por sistemas externos (ex:
webservices
ou
api’s
) em formatos abertos, estruturados e legíveis por máquina?
Art. 6
o
, § 4
o
, III, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
2
DTI
35 – O portal (sítio) institucional permite o acesso ao conteúdo para pessoas com deficiência, em atendimento ao estabelecido pela ENTIC-JUD (Resolução CNJ n
o
211/2015, art. 20, § 1
o
, VI), a qual dispõe sobre o Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico.
Exemplo de critérios avaliados pelos Programas:
AsesWeb:
https://asesweb.governoeletronico.gov.br/ases/
AccessMonitor:
https://www.acessibilidade.gov.pt
Art. 6
o
, § 4
o
, VIII, da Resolução CNJ n
o
215/2015; art. 8
o
, § 3
o
, VIII, da Lei n
o
12.527/11; art. 17 da Lei n
o
10.098, de 19 de dezembro de 2000, e art. 9
o
da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada pelo Decreto Legislativo n
o
186, de 9 de julho de 2008.
3
DTI
GESTÃO ORÇAMENTÁRIA
--
--
--
O órgão publica:
--
--
--
36 – Mensalmente, o Anexo I da Resolução CNJ n
o
102/2009?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015, c/c a Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
DAO
37 – Mensalmente, o Anexo II da Resolução CNJ n
o
102/2009?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015, c/c a Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
DAO
38 – A íntegra da lei orçamentária ou do quadro de detalhamento da despesa com a distribuição dos recursos por grau de jurisdição?
Art. 4
o
, II, da Resolução CNJ n
o
195/2014.
3
DAO
39 – O Mapa Demonstrativo da Execução Orçamentária do ano anterior, com indicação das despesas realizadas com o primeiro e o segundo graus de jurisdição?
Art. 9
o
da Resolução CNJ n
o
195/2014.
3
DAO
40 – O órgão publica o ‘Relatório de Gestão Fiscal’?
Art. 55, § 2
o
, da Lei de Responsabilidade Fiscal.
3
DAO
41 – O Tribunal publica, em seu site, o mapa anual com as informações relativas a Precatórios?
§ 1
o
do art. 85 da Resolução n
o
303, de 18 de dezembro de 2019
3
DAO
42 – O órgão publica no
site
a relação dos contratados, com os respectivos valores pagos nos últimos três anos, exceto os sigilosos, nos termos da legislação?
Art. 128 da Lei n
o
13.898/2019.
3
SOF
LICITAÇÕES, CONTRATOS E INSTRUMENTOS DE COORPERAÇÃO
--
--
--
O site divulga as seguintes informações relativas a procedimentos licitatórios:
--
--
--
43 – A íntegra dos ‘Estudos Técnicos Preliminares da Contratação’, desde que não tenha sido considerada sigilosa?
Acórdão TCU n
o
2622/2015 – TCU – Plenário.
3
SAD
44 – A íntegra da Informação conclusiva sobre o ‘Valor Estimado da Licitação’, desde que não tenha sido considerada sigilosa?
Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
3
SAD
45 – A íntegra dos editais de licitação com os respectivos anexos (o anexo do edital inclui projeto básico ou termo de referência, minuta da ata de registro de preços, quando for o caso, e minuta de contrato)?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015, c/c o Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
3
CPL
46 – A íntegra dos questionamentos apresentados entre a publicação do Edital e a abertura da sessão pública?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015, c/c o Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
3
CPL
47 – A íntegra das impugnações apresentadas entre a publicação do Edital e a abertura da sessão pública?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015, c/c o Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
3
CPL
48 – O nome do vencedor da licitação?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015, c/c o Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
3
CPL
49 – A íntegra dos contratos firmados?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015, c/c o Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
3
SAD
50 – A íntegra dos Termos Aditivos assinados?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015, c/c o Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
3
SAD
O
site
divulga as seguintes informações concernentes a dispensas e inexigibilidades de licitação:
--
--
SAD
51 – A íntegra do Projeto Básico, desde que não tenha sido considerado sigiloso?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015, c/c o Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
3
SAD
52 – A íntegra dos atos de reconhecimento e ratificação da dispensa ou inexigibilidade de licitação, desde que não tenham sido considerada sigilosa?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015, c/c o Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
3
SAD
53 – A íntegra dos contratos firmados em decorrência da ratificação da dispensa ou inexigibilidade de licitação?
Acórdão TCU n
o
2.622/2015 – Plenário.
3
SAD
54 – A íntegra dos Termos Aditivos dos contratos resultantes da ratificação da dispensa ou inexigibilidade de licitação?
Acórdão TCU n
o
2.622/2015 – Plenário.
3
SAD
55 – O órgão publica no site a íntegra dos instrumentos de cooperação (convênios, termos de cooperação, de compromisso, protocolo de intenções, acordos de cooperação técnica e outros instrumentos congêneres) vigentes, exceto os sigilosos, nos termos da legislação?
Art. 129 da Lei n
o
13.242/2015.
3
SAD
GESTÃO DE PESSOAS
--
--
O órgão publica:
--
--
SGP
56 – O Anexo III-a da Resolução CNJ n
o
102/2009?
Art. 6
o
, VII, “c”, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
SGP
57 – O Anexo III-b da Resolução CNJ n
o
102/2009?
Art. 6
o
, VII, “c”, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
SGP
58 – O Anexo III-c da Resolução CNJ n
o
102/2009?
Art. 6
o
, VII, “c”, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
SGP
O órgão publica o Anexo IV da Resolução CNJ n
o
102/2009, indicando especificamente os dados requeridos para:
--
--
--
59 – Alínea “a”
Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
SGP
60 – Alínea “b”
Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
SGP
61 – Alínea “c”
Resolução CNJ n
o
102/2009.
2
SGP
62 – Alínea “d”
Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
SGP
63 – Alínea “e” (Não se aplica aos TRE's)
Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
SGP
64 – Alínea “f” (Não se aplica aos TRE's)
Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
SGP
65 – Alínea “g”
Resolução CNJ n
o
102/2009.
2
SGP
66 – Alínea “h”
Resolução CNJ n
o
102/2009 e art. 108 da Lei n
o
13.242/2015.
3
SGP
67 – O Anexo V da Resolução CNJ n
o
102/2009?
Resolução CNJ n
o
102/2009.
2
SGP
68 – O Anexo VI da Resolução CNJ n
o
102/2009?
Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
SGP
69 – O Anexo VII da Resolução CNJ n
o
102/2009?
Resolução CNJ n
o
102/2009.
2
SGP
70 – Semestralmente, a Tabela de Lotação de Pessoal (TLP), na qual constem todas as unidades administrativas e judiciárias, com identificação nominal dos servidores, cargos efetivos, cargos em comissão e funções ocupadas?
Art. 6
o
, VII, “b”, da Resolução CNJ n
o
215/2015, c/c o art. 15, parágrafo único, da Resolução CNJ n
o
219/2016.
1
SGP
71 – A relação de membros e servidores que se encontram afastados para o exercício de funções em outros órgãos da Administração Pública?
Art. 6
o
, VII, “e”, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
2
SGP
72 – A remuneração e os proventos de membros, servidores, ativo, aposentado, pensionista e colaboradores?
Art. 6
o
da Resolução CNJ n
o
215/2015, c/c a Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
SGP
73 – Mensalmente, as diárias e passagens concedidas, por nome e cargo do favorecido, além da data, o destino, o motivo da viagem e o valor das diárias pagas e/ou dos bilhetes emitidos?
Art. 3
o
, VI, da Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
SEPAD
74 – O tribunal divulga os nomes dos servidores que atuam no regime de teletrabalho, com atualização mínima semestral?
Art. 5
o
, § 8
o
, da Resolução CNJ n
o
227/2016.
2
SGP
75 – O tribunal divulga na internet a relação dos profissionais ou órgãos cadastrados no Cadastro Eletrônico de Peritos e Órgãos Técnicos ou Científicos?
Art. 3
o
da Resolução CNJ n
o
233/2016.
2
SEARE
AUDITORIA E PRESTAÇÃO DE CONTAS
--
--
--
O
site
apresenta:
--
--
--
76 – Prestações de contas ou relatório de gestão do ano anterior?
Art. 132, III, da Lei n
o
13.242/2015.
Boas Práticas.
3
SAU
77 – Relatório, Certificado de Auditoria, Parecer do Órgão de Controle Interno e pronunciamento do presidente do tribunal ou conselho?
Art. 132, III, da Lei n
o
13.242/2015.
Boas Práticas.
3
SAU
78 – Publicação da decisão quanto à regularidade das contas proferida pelo Órgão de Controle Externo?
Acórdão TCU n
o
2.622/2015 – Plenário.
Boas Práticas.
2
SAU
79 – Plano Anual de Auditoria?
Boas Práticas.
3
SAU
SUSTENTABILIDADE E ACESSIBILIDADE
--
--
--
O órgão publica:
--
--
--
80 – O Plano de Logística Sustentável (PLS)?
Resolução CNJ n
o
201/2015.
Boas práticas.
3
DGE
81 – Os planos de ação do PLS?
Resolução CNJ n
o
201/2015.
Boas práticas.
3
DGE
82 – Os Relatórios anuais de desempenho do PLS?
Resolução CNJ n
o
201/2015.
Boas práticas.
3
DGE
83 – O tribunal/conselho utiliza intérprete de linguagem brasileira de sinais em manifestações públicas?
Art. 10, XIII, da Resolução CNJ n
o
230/2016.
2
SCS
84 – O tribunal/conselho utiliza legenda em manifestações públicas?
Art. 10, XIII, da Resolução CNJ n
o
230/2016.
2
SCS
85 – O tribunal/conselho utiliza audiodescrição em manifestações públicas?
Art. 10, XIII, da Resolução CNJ n
o
230/2016.
2
SCS
ANEXO II DA
RESOLUÇÃO N. 215 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2015
Tabela de Avaliação e Pontuação das Informações veiculadas na internet
(
Alterado pela Portaria n. 57, de 7 de março de 2023)
Item avaliado no
site
Fundamento
Ponto
Unidade
GESTÃO
--
--
--
O órgão publica:
--
--
--
1 – Planejamento Estratégico Institucional evidenciando objetivos estratégicos, metas e indicadores de desempenho?
Art. 6
o
, I, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
DGE
2 – Os resultados do Planejamento Estratégico Institucional alcançados pelo órgão?
3
3 – O registro das competências e responsabilidades do órgão?
3
4 – Estrutura organizacional, demonstrada de forma textual ou gráfica, que apresente claramente a relação hierárquica entre as unidades?
Art. 6
o
, II, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
2
DGE
5 – Os atos normativos expedidos pelo órgão?
Art. 6
o
, V, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
DGE
6 – Os dados gerais para o acompanhamento de programas, ações e projetos?
Boas práticas
3
ECP
7 – Há campo/espaço Estatística na página principal do órgão, com vistas a reunir dados abertos, Painéis de Business Intelligence e Relatórios Estatísticos referentes à atividade-fim do Poder Judiciário, contendo o conteúdo mínimo definido na Portaria CNJ n. 119/2021, com link de acesso ao Painel de Estatísticas do DataJud, e as informações relacionadas no art. 7º do referido normativo?
Resolução CNJ n
o
333/2020 e Portaria CNJ n
o
119/2021.
3
DPJ
8 – O
site
dispõe de mecanismo que possibilite o acompanhamento dos respectivos procedimentos e processos administrativos instaurados que não se enquadrem nas hipóteses de sigilo?
Art. 6
o
, IX, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
COIN
AUDIÊNCIAS E SESSÕES
--
--
--
O órgão publica:
--
--
--
9 – As audiências públicas, consultas públicas ou outras formas de participação popular?
Art. 9
o
, II, da Lei n
o
9.527/2011.
1
SCS
10 – O calendário das sessões colegiadas?
Art. 6
o
, VI, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
SPR
11 – A pauta de julgamentos?
Art. 7
o
, V, da Lei n
o
12.527/2011.
3
SPR
12 – O site transmite ao vivo, pela internet, as sessões dos órgãos colegiados?
Art. 22 da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
SCS
13 – O órgão publica os vídeos das sessões dos colegiados?
Art. 22, § 2
o
, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
SCS
14 – A pauta das reuniões de comissões e respectivos resultados e atas?
Art. 7
o
, V, da Lei n
o
12.527/2011.
3
DGE
SERVIÇO DE INFORMAÇÕES AO CIDADÃO – SIC
--
--
--
O órgão publica:
--
--
--
15 – Telefone das unidades e horários de atendimento?
Art. 6
o
, II, da Resolução CNJ nº 215/2015.
1
SCS
16 – O campo denominado ‘Serviço de Informações ao Cidadão’ na página inicial?
Art. 7
o
da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
OUV
17 – O sítio eletrônico tem uma dimensão denominada "Carta de Serviços ao Cidadão"?
Lei n
o
13.460/2017, art. 7
o
.
1
OUV
18 – Há indicação do órgão ou unidade orgânica responsável pelo SIC?
Art. 10 da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
OUV
19 – Existe indicação precisa no site de funcionamento de um Serviço de Informações ao Cidadão (SIC) a que o cidadão possa entregar pessoalmente o pedido de acesso a informações?
Art. 10 da Resolução CNJ n
o
215/2015.
2
OUV
20 – Existe indicação precisa no
site
de funcionamento de um Serviço de Informações ao Cidadão (SIC) no qual o cidadão possa enviar pedidos de informação de
forma
eletrônica
(e-SIC)?
Art.10 da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
OUV
21 – O
site
indica a possibilidade de acompanhamento posterior do pedido de acesso à informação?
Art. 9
o
, I, alínea "b", e art. 10, § 2
o
, da Lei n
o
12.527/2011.
2
OUV
22 – As Respostas as Perguntas mais frequentes da sociedade (FAQ)?
Art. 6
o
, VIII, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
1
OUV
23 – Relatório estatístico anual contendo a quantidade de pedidos de informação recebidos, atendidos e indeferidos, bem como informações genéricas sobre os solicitantes?
Art. 41, III, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
1
OUV
OUVIDORIA
--
--
--
O órgão publica:
--
--
--
24 – O site disponibiliza serviço que permita o registro de denúncias e reclamações?
Resolução CNJ n
o
432/2021, art. 5
o
.
3
OUV
25 – O site disponibiliza serviço que permita o acompanhamento de denúncias e reclamações?
Resolução CNJ n
o
432/2021, art. 5
o
.
2
OUV
26 – O site disponibiliza avaliação do serviço de registro de denúncias e reclamações?
Resolução CNJ n
o
432/2021, art. 5
o
.
2
OUV
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
--
--
--
27 – O órgão publica o Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação – PDTIC vigente?
Art. 6
o
da Resolução CNJ n
o
370/2021.
3
DTI
28 – O órgão publica o Plano de Contratações de Soluções de TIC vigente?
Arts. 4º e 5º da Resolução CNJ nº 468/2022. Resolução CNJ nº 370/2021.
3
DTI
29 – O órgão possui Painel visual de informações relacionadas à Tecnologia da Informação e Comunicação, que permita ao usuário filtrar, consultar e até extrair dados públicos?
Art. 7
o
da Resolução CNJ n
o
370/2021, associado às boas práticas previstas na Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
DTI
30 – O portal (sítio) institucional possibilita a extração de relatórios em diversos formatos eletrônicos, preferencialmente abertos, e não proprietários, tais como planilhas e texto (
CSV, RTF
), de modo a facilitar a análise das informações?
Art. 6
o
, § 4
o
, II, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
2
DTI
31 – O portal (sítio) institucional possibilita o acesso automatizado por sistemas externos (ex:
webservices
ou
api’s
) em formatos abertos, estruturados e legíveis por máquina?
Art. 6
o
, § 4
o
, III, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
2
DTI
GESTÃO ORÇAMENTÁRIA
--
--
--
O órgão publica:
--
--
--
32 – Mensalmente, os dados de sua gestão orçamentária e financeira, na forma do Anexo I da Resolução CNJ n
o
102/2009? (Não se aplica ao CSJT)
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015 c/c Resolução CNJ n
o
102/2009.
2
DAO
33 – Mensalmente, os dados de sua gestão orçamentária e financeira, na forma do Anexo II da Resolução CNJ n
o
102/2009? (Não se aplica ao CSJT)
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015 c/c Resolução CNJ n
o
102/2009.
2
DAO
34 – A íntegra da lei orçamentária ou do quadro de detalhamento da despesa com a distribuição dos recursos por grau de jurisdição? (Não se aplica a TREs, TSE, STJ, TST, CSJT, CNJ e CJF)
Art. 4
o
, II, da Resolução CNJ n
o
195/2014.
3
DAO
35 – O Mapa Demonstrativo da Execução Orçamentária do ano anterior, com indicação das despesas realizadas com o primeiro e o segundo graus de jurisdição? (Não se aplica a TREs, TSE, CSJT, CJF, CNJ, STJ e TST)
Art. 9
o
da Resolução CNJ n
o
195/2014.
3
DAO
36 – O ‘Relatório de Gestão Fiscal’? (Não se aplica ao CSJT)
Art. 55, § 2
o
, da Lei de Responsabilidade Fiscal.
1
DAO
37 – O mapa anual dos precatórios? (Não se aplica a TREs, STM, TSE, CJF, CSJT, CNJ e TST)
§ 1
o
do art. 85 da Resolução n
o
303, de 18 de dezembro de 2019.
1
DAO
38 – A relação dos contratados, com os respectivos valores pagos nos últimos três anos, exceto os sigilosos, nos termos da legislação?
Art. 128 da Lei n
o
13.898/2019.
2
SOF
LICITAÇÕES, CONTRATOS E INSTRUMENTOS DE COORPERAÇÃO
--
--
--
O site divulga as seguintes informações relativas a procedimentos licitatórios:
--
--
--
39 – A íntegra dos ‘Estudos Técnicos Preliminares da Contratação’, desde que não tenham sido considerados sigilosos?
Acórdão TCU n
o
2622/2015 – TCU – Plenário.
2
SAD
40 – A íntegra do Mapa Comparativo de Preços, documento que contém a informação conclusiva sobre o ‘Valor Estimado da Licitação’, desde que não tenha sido considerado sigiloso?
Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
2
SAD
41 – A íntegra dos editais de licitação com os respectivos anexos (o anexo do edital inclui projeto básico ou termo de referência, minuta da ata de registro de preços, quando for o caso, e minuta de contrato)?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015 c/c Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
2
CPC
42 – A íntegra dos questionamentos apresentados entre a publicação do Edital e a abertura da sessão pública?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015 c/c Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
2
CPC
43 – A íntegra das impugnações apresentadas entre a publicação do Edital e a abertura da sessão pública?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015 c/c Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
2
CPC
44 – O nome do vencedor da licitação?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015 c/c Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
2
CPC
45 – A íntegra dos contratos firmados?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015 c/c Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
3
SAD
46 – A integra dos instrumentos que substituem o contrato?
Art. 62 da n
o
Lei 8.666/1993, arts. 91 e 95 da Lei n
o
14.133/2021 e Lei n
o
12.527/2011
2
SAD
47 – A íntegra dos Termos Aditivos assinados?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015 c/c Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
3
SAD
O
site
divulga as seguintes informações concernentes a dispensas e inexigibilidades de licitação:
--
--
SAD
48 – A íntegra do Projeto Básico, Termo de Referência e documento similar, desde que não tenha sido considerado sigiloso?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015 c/c Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
3
SAD
49 – A íntegra da autorização da dispensa ou inexigibilidade de licitação, desde que não tenha sido considerada sigilosa?
Art. 6
o
, VII, “a”, da Resolução CNJ n
o
215/2015 c/c Acórdão TCU n
o
2622/2015 – Plenário.
3
SAD
50 – O órgão publica no site a íntegra dos instrumentos de cooperação (convênios, termos de cooperação, de compromisso, protocolo de intenções, acordos de cooperação técnica e outros instrumentos congêneres) vigentes, exceto os sigilosos, nos termos da legislação?
Art. 129 da Lei n
o
13.242/2015.
3
SAD
GESTÃO DE PESSOAS
--
--
O órgão publica:
--
--
SGP
51 – O Anexo III-a da Resolução CNJ n
o
102/2009?
Art. 6
o
, VII, “c”, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
SGP
52 – O Anexo III-b da Resolução CNJ n
o
102/2009?
Art. 6
o
, VII, “c”, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
SGP
53 – O Anexo III-c da Resolução CNJ n
o
102/2009?
Art. 6
o
, VII, “c”, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
3
SGP
O órgão publica o Anexo IV da Resolução CNJ n
o
102/2009, indicando especificamente os dados requeridos para:
--
--
--
54 – Alínea “a”
Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
SGP
55 – Alínea “b”
Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
SGP
56 – Alínea “c”
Resolução CNJ n
o
102/2009.
2
SGP
57 – Alínea “d”
Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
SGP
58 – Alínea “e” (Não se aplica a TRE's e TSE)
Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
SGP
59 – Alínea “f” (Não se aplica a TRE's e TSE)
Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
SGP
60 – Alínea “g”
Resolução CNJ n
o
102/2009.
2
SGP
61 – Alínea “h”
Resolução CNJ n
o
102/2009 e art. 108 da Lei n
o
13.242/2015.
3
SGP
62 – O Anexo V da Resolução CNJ n
o
102/2009?
Resolução CNJ n
o
102/2009.
2
SGP
63 – O Anexo VI da Resolução CNJ n
o
102/2009?
Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
SAD
64 – O Anexo VII da Resolução CNJ n
o
102/2009?
Resolução CNJ n
o
102/2009.
2
SGP
65 – Semestralmente, a Tabela de Lotação de Pessoal (TLP), na qual constem todas as unidades administrativas e judiciárias, com identificação nominal dos servidores, cargos efetivos, cargos em comissão e funções ocupadas?
Art. 6
o
, VII, “b”, da Resolução CNJ n
o
215/2015 c/c art. 15, parágrafo único, da Resolução CNJ n
o
219/2016.
1
SGP
66 – A relação de membros e servidores que se encontram afastados para o exercício de funções em outros órgãos da Administração Pública?
Art. 6
o
, VII, “e”, da Resolução CNJ n
o
215/2015.
2
SGP
67 – A remuneração e os proventos de membros, servidores, ativo, aposentado, pensionista e colaboradores?
Art. 6
o
da Resolução CNJ n
o
215/2015 c/c Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
SGP
68 – Mensalmente, as diárias e passagens concedidas, por nome e cargo do favorecido, além de data, destino, motivo da viagem e valor das diárias pagas e dos bilhetes emitidos?
Art. 3
o
, VI, da Resolução CNJ n
o
102/2009.
3
SEPAD
69 – O tribunal divulga os nomes dos servidores que atuam no regime de teletrabalho, com atualização mínima semestral?
Art. 5
o
, § 8
o
, da Resolução CNJ n
o
227/2016.
2
SGP
70 – O tribunal divulga na internet a relação dos profissionais ou órgãos cadastrados no Cadastro Eletrônico de Peritos e Órgãos Técnicos ou Científicos? (Não se aplica a CNJ, CJF, CSJT, STJ, TSE, TST e TRE’s).
Art. 3
o
da Resolução CNJ n
o
233/2016.
2
SARES
AUDITORIA E PRESTAÇÃO DE CONTAS
--
--
--
O
site
apresenta:
--
--
--
71 – Prestações de contas do ano anterior?
Art. 8
o
, II, primeira parte, e III, da IN TCU n
o
84/2020, e legislações estaduais sobre prestação de contas.
2
SAU
72 – Relatório Anual das Atividades Exercidas?
Arts. 4
o
e 5
o
da Resolução CNJ n
o
308/2020.
3
SAU
73 – Certificado de Auditoria contendo o Parecer do Órgão de Controle Interno (órgãos federais) e demais exigências da legislação de prestação de contas (órgãos estaduais)?
Arts. 4
o
e 5
o
da Resolução CNJ n
o
308/2020; art. 13, § 6
o
, da IN TCU n
o
84/2020, e legislações estaduais.
Art. 13, § 6
o
, da IN TCU n
o
84/2020, e legislações estaduais.
3
SAU
74 – Publicação da decisão quanto à regularidade das contas proferida pelo Órgão de Controle Externo?
Acórdão TCU n
o
2.622/2015 – Plenário.
Boas Práticas.
1
SAU
75 – Plano Anual de Auditoria (PAA)?
Resolução CNJ n
o
309/2020, Seção IV.
3
SAU
76 – Plano Anual de Capacitação de Auditoria (PAC-Aud)?
Resolução CNJ n
o
309/2020, arts. 69 a 73.
3
SAU
SUSTENTABILIDADE E ACESSIBILIDADE
--
--
--
O órgão publica:
--
--
--
77 – O Plano de Logística Sustentável (PLS)?
Resolução CNJ no 400/2021.
Boas práticas.
3
DGE
78 – Os planos de ação do PLS?
Boas práticas.
3
DGE
79 – Os Relatórios anuais de desempenho do PLS?
Resolução CNJ no 400/2021.
Boas práticas.
3
DGE
80 – A composição e o contato da Comissão Gestora do PLS?
Boas práticas.
1
DGE
81 – O órgão utiliza intérprete de Linguagem Brasileira de Sinais, Libras, em manifestações públicas?
Art. 4o, I e VI, da Resolução CNJ no 401/2021.
3
SCS
82 – O órgão usa legenda em manifestações públicas?
Art. 4o, I e VI, da Resolução CNJ no 401/2021.
3
SCS
83 – O órgão usa audiodescrição em manifestações públicas?
Art. 4o, I e VI, da Resolução CNJ no 401/2021.
1
SCS
84 – O portal (sítio) institucional permite o acesso ao conteúdo para pessoas com deficiência, em atendimento ao estabelecido pela Resolução CNJ nº 215/2015 (Art. 6º, § 4º, VIII) e em aderência ao Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (eMAG)?
Art. 6o, § 4o, VIII, da Resolução CNJ no 215/2015; art. 8o, § 3o, VIII, da Lei no 12.527/2011; art. 17 da Lei no 10.098/2000; art. 9o da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada pelo Decreto Legislativo no 186/2008; art. 2o, § 2o, da Resolução CNJ no 401/2021; Boas Práticas previstas na Resolução CNJ no 370/2021.
3
DTI